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quarta-feira, julho 08, 2009

Você come seres inteligentes?


Luciana do blog SerPsico me comunica:


Para resolver, de uma só vez, os muitos problemas enumerados pelos ambientalistas – alvo de polêmicas intermináveis – sobre os impactos do consumo de carne no aquecimento global e, claro, poupar os bichos, o Peta – People for the Ethical Treatment of Animals está oferecendo um milhão de dólares para o primeiro cientista a desenvolver carne in vitro.

A ideia é fazer as células animais crescerem e se reproduzirem em um outro meio até formar um alimento que possa ser cozido, frito e assado normalmente. De acordo com a ONG, muito já tem sido feito por essa tecnologia, mas estamos muito distantes de termos carne de laboratório nas prateleiras. Por isso, o apoio financeiro.

Segundo o Peta, apesar de os seres humanos não precisarem consumir carne, muitas pessoas se recusam a abandonar o hábito, então, essa seria a melhor solução para conciliar sua dieta favorita ao fim do sofrimentos dos 40 bilhões de aves, porcos, vacas e peixes sacrificados, anualmente, com um destino certo: o prato dos norteamericanos.

O prazo para desenvolver carne de frango e comercializá-la é 30 de junho de 2012. O produto final deve obedecer a dois critérios. O primeiro é que a textura e o gosto seja indistinto da galinha de verdade. Além disso, a carne deve ser vendida a um preço competitivo, em pelo menos dez estados.


Dado os avanços da área de Plant Neurobiology (que encaram as plantas como processadores de informação), me parece que plantas teriam maior inteligência que a carne artificial. Imagino que dentro de 10 anos teremos um interessante debate sobre o vegetarianismo...

Um comentário:

Serpsico disse...

O fato desses cientistas fazerem analogias não significa que plantas tenham realmente SNC, ou seja, elas não sentem dor. As plantas podem até ser encaradas como processadores de informação, mas não são seres conscientes como nós que não somos só processadores de informação. Então acho que esse debate não vai ser relevante no vegetarianismo.