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Ateísmo Científico: um manifesto

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Vou lançar um manifesto aqui e ver se o Kentaro Mori e o Roberto Takata assinam (embora Takata me disse recentemente que não é ateu - virou agnóstico?). Ateísmo Científico: Um Manifesto Existem diversos tipos de ateísmo, sendo os mais proeminentes o ateísmo filosófico, o ateísmo metodológico e o ateísmo ideológico. O ateísmo filosófico é simplesmente a posição filosófica que afirma, com variados graus de probabilidade (no sentido de crença Bayesiana), que o Deus (deuses) das religiões tradicionais e o Deus dos filósofos não existe. Dessa afirmação não decorre necessáriamente nenhuma consequência em termos de filosofia de vida ou ação política: é apenas uma postura filosófica. Já o ateísmo metodológico é uma regra epistemológica que prescreve que, não importando a posição filosófica do pesquisador ou cientista, ele não deve apelar para hipóteses que envolvem a ação de Deus ou deuses para explicar fenômenos naturais. Este princípio metodológico é aceito e usado mesmo por cientistas relig...

Pode a ciência explicar tudo?

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Science explains, not describes The experience of consciousness seems incommunicable and ineffable. Yet science can hope to explain how it arises   (2) Tweet this  (27) Comments ( 31 ) Sue Blackmore guardian.co.uk , Monday 12 July 2010 10.25 BST Article history The question:  Can science explain everything? When Andrew Brown first posed this week's question to me he asked "Can science describe everything?". My instant, unreflective reply was "No". He implied that this might be a less restrictive question than "Can science explain everything" and yet my instant reaction to this one was "Yes". I'd like to explore this curious difference. Science can (potentially at least) explain everything because its ways of trying to understand the universe by asking questions of it should not leave any areas off-limits. The methods of openness, inquiry, curiosity, theory building, hypothesis testing and so on can be adapted and developed to explore and ...

Como ser um cientista pobre e feliz

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21/06/2010 - 18h19 Jornalista desempregado ensina como ser feliz com pouco dinheiro no bolso ARIADNE ARAÚJO colaboração para a  Livraria da Folha Divulgação Mude seus hábitos se você tem grana curta, ensina livro O slogan bem que poderia ser aquele - "sou pobre, mas sou feliz". Para esse pessoal, o desemprego, a falência, a conta bancária zerada, o apartamento minúsculo, o paletó surrado, o furo na sola de sapato não são realmente problema. Bem ao contrário. Em "Rico sem dinheiro - a arte de desfrutar o melhor da vida" (Gente), o jornalista desempregado Alexandre Von Schönburg conta como contornar os problemas financeiros e descobrir outras formas de ser feliz. Faz-se necessário, claro, cortar gastos. Mas, a coisa vai mais longe. Hábitos como ir a restaurantes, tomar champanhe, comprar roupas de marca e o carro do ano são maus costumes dos quais os empobrecidos estão livres, diz o autor. Em lugar dos macabros restaurantes chiques, onde, às vezes, come-se mal e se pa...

Lista de revistas com acesso aberto

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A lista completa está aqui . Por um acidente alfabético, as revistas de Filosofia e Religião (Philosophy) se encontram entre as de Matemática e Estatística (Mathematics) e as de Física (Physics). Dado que a palavra "Matemática" tem um sentido original de estudo, contemplação e iluminação ("insight"), dado que Platão era Matemático, dado que Pitágoras talvez seja o primeiro físico-matemático, talvez faça sentido... Mathematics and Statistics Mathematics (143 journals) Statistics (32 journals) Philosophy and Religion Philosophy (115 journals) Religion (59 journals) The Bible (4 journals) Physics and Astronomy Astronomy (General) (17 journals) Physics (General) (62 journals)

Teste: será que você realmente é um cético?

De um interessante artigo (ou extrato) publicado no site Ceticismo Aberto : Consequências Práticas do Ceticismo Filosófico Ao contrário do que muitos pensam, o cético não é um frívolo diletante que tem por hobby questionar tudo e que faz da filosofia uma disputa entre egos, um joguinho de salão. Ao contrário, há mesmo um propósito moral no ceticismo filosófico. Pois, ao fazer da incerteza um dos princípios do pensamento humano, o que o filósofo cético também pretende é destruir esse escudo da covardia, essa negação da liberdade, essa arma da intolerância, isso que é a categoria central de todos os sistemas filosóficos fechados imunes à discussão e ao questionamento e que apenas servem de ideologia para os inimigos da sociedade aberta: o mito da certeza absoluta. Penso que nós, céticos, ou melhor, “ceticistas”, tivemos sucesso em nossa empreitada. Sim, ao menos no front filosófico, destruímos o encouraçado do dogmatismo. Deste só restam destroços e alguns náufragos que, para não se afog...

Ateísmo e Divulgação Científica

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Continuando a série de posts sobre a questão do Paradoxo PZMyers (ou seja, que o blog de divulgação científica mais visitado no Science Blogs americano não tem como foco a divulgação científica strictu sens u mas sim a crítica da religião e a defesa do ateísmo científico), coloco aqui parte do texto de André Dispore Cancian (espero que não tenha copyright!) e uma referência dada pela blogueira Luciana do Serpsico : Vc viu a carta em que Einstein diz que é ateu? Vc é confuso diz que é agnóstico outra hora que é ateu, na minha opinião acreditar que um universo cria universos bebês e o nosso é um deles é o mesmo que ser ateu, agnóstico seria se vc pensasse que seria impossível compreender esse universo mãe, mas vc diz que ele é da mesma natureza do nosso portanto compreensível onde está o agnóstico nisso e deus onde está? http://www.bbc.co.uk/ portuguese/reporterbbc/story/ 2008/05/080513_ einsteinreligiao_ba.shtml "Os fundamentos do ateísmo ", de André Díspore Cancian Os fu...

Os animais têm direitos?

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Os animais têm direitos? A proibição da compra e reprodução de espécies selvagens por parte dos donos dos circos colocou o assunto de novo no centro do debate público 2009-10-18 FÁTIMA MARIANO Albert Schweitzer (1875-1965), médico e filósofo alsaciano, percursor da bioética e Prémio Nobel da Paz 1952, foi muitas vezes alvo de troça por parte dos seus contemporâneos por ter o cuidado de não pisar insectos e evitar matar os micróbios que observava através do microscópio. Schweitzer defendia que "tudo o que é vivo tem o direito de viver" e que "nenhum sofrimento pode ser imposto sobre coisas vivas para satisfazer o desejo dos homens". Muitos, contudo, consideravam exagerada esta visão da "coisa viva". Não pelo facto de o filósofo defender intransigentemente a vida, mas por valorar de igual modo formas de vida aparentemente tão díspares como a do Homem e a do insecto, a do cão e a do micróbio. Em "O Cão do Filósofo", o alemão Raimond Gaita conta-nos ...