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Mostrando postagens com o rótulo swine flu

Pânico ajuda a evitar epidemias

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the physics arXiv blog How Media Reports Influence Pandemics Posted: 01 Jul 2010 09:10 PM PDT Up-to-data media reports about the way an infectious disease is spreading could dramatically reduce the severity of an outbreak, according to a new mathematical model The widespread fear that various pandemics are set to devastate the human race has led to another kind of outbreak: a rash of models predicting how various diseases will spread through society. These models are valuable. They allow governments to estimate how badly their society will be influenced and to make emergency plans accordingly. They also allow authorities to test the efficacy of various strategies for controlling an outbreak, such as restricting travel and closing down social meeting places like restaurants and schools. Now Anna Mummert at Marshall University and Howard Weiss at Georgia Tech examine the effectiveness of another tool: the media. They point out that announcements in the media have a powerful effect on th...

A gripe suína veio para ficar

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Chineses apresentam nova genética da gripe suína Pesquisadores identificaram mutações em oito genes do H1N1 que podem, eventualmente, contaminar seres humanos Thiago André, especial para o iG | 17/06/2010 16:33 Mudar o tamanho da letra: A + A - Foto: Getty Images Porco é alimentado em fazenda de Hong Kong: vigilância para evitar uma nova variação do H1N1 A vigilância global de suínos deve ser intensificada por conta de uma suposta reorganização dos genes do vírus influenza A (H1N1), causador da gripe suína, em animais de um matadouro na China. A recomendação, em artigo publicado na revista Science, é de um grupo de cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Hong Kong e do Instituto Internacional de Infecção e Imunidade, na cidade de Shantou. Durante o monitoramento de porcos em um matadouro de Hong Kong, os pesquisadores verificaram, em janeiro deste ano, a existência de um novo rearranjo genético do H1N1: as análises confirmam que o vírus é uma variação do causador da pan...

Gripe Suína: editorial da Nature

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Editorial Nature 463, 135-136 (14 January 2010) doi:10.1038/463135b; Published online 13 January 2010 Lessons from a pandemic It is time to assess what worked, and what didn't, in the global efforts to cope with swine flu. The world's response to the H1N1 flu pandemic over the past ten months suggests that the lessons learned from dealing with severe acute respiratory syndrome (SARS) and the threat of H5N1 avian flu have paid off. Researchers worldwide freely shared and published data covering the genetics, virology and epidemiology of the H1N1 virus in almost real time. Most national and international health agencies reacted swiftly and generally communicated openly with the media and the public. But the response also revealed serious weaknesses. The sobering fact is that humans were lucky with this pandemic. Most cases have been mild, yet health services were still often stretched to capacity. And the fact that vaccines were too few, too late, would have been catastrophic if ...

Gripe suína mata em Ribeirão Preto?

Adolescente de 16 anos morre com suspeita de gripe suína Ele foi atendido na UBDS Sumarezinho e Santa Casa; secretaria diz que morte foi causada por hemorragia pulmonar interna Da reportagem Tamanho da Letra A- A+ Um adolescente de 16 anos morreu nesta terça-feira (25) à noite, em Ribeirão Preto, com suspeita de gripe suína - a H1N1. O adolescente é morador do bairro Jardim Paiva e morreu em casa. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria da Saúde, o menino foi atendido na UBDS Sumarezinho, na última segunda-feira, e também na Santa Casa, nesta terça-feira. Em ambos hospitais, ele foi liberado. Ainda de acordo com a assessoria, o adolescente morreu vítima de hemorragia pulmonar interna. Quatro tipo de doenças serão investigadas: dengue, H1N1, hantavirose e leptospirose. O exame de dengue será feito pela USP de Ribeirão e deve sair em, no máximo, dois dias. Já o exame para identificar uma das outras três doenças será feito pelo instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, sem previsão para...

A principal diferença entre gripe suína e gripe comum

15/01/10 - 16h27 - Atualizado em 15/01/10 - 17h03 EUA estimam que nova gripe adoeceu 39 milhões a 80 milhões de americanos Números referem-se ao período entre abril e 12 de dezembro de 2009. Hospitalizações causadas pelo vírus H1N1 foram 173 mil a 362 mil. O Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) divulgou nesta sexta-feira (15) seu boletim de avaliação do quadro epidemiológico da nova gripe. O órgão estimou que o vírus H1N1 adoeceu entre 39 milhões a 80 milhões de americanos e levou a 173 mil a 362 mil hospitalizações. O total de mortes causadas pela influenza foi de no mínimo 7.880 e no máximo 16.460. O boletim do CDC confirma que pessoas com menos de 65 anos são mais gravemente afetadas pela doença. Cerca de 90% das hospitalizações estimadas e 88% das mortes foram de americanos com menos de 65 anos . No caso da gripe comum, a situação é inversa: 60% das hospitalizações e 90% das mortes são de pessoas com 65 anos de idade ou mais. Referencia para o pa...

Gripe Suína: Picos epidêmicos no BlogPulse

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É possivel ser reinfectado pela Gripe Suína?

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(Se quiser ler, clique na figura para aumentá-la) Nos modelos epidêmicos tipo SIRS é comum assumir que o estado R equivale a um estado refratário absoluto. Mas é possível que o mesmo seja relativo, e que a reinfecção possa ocorrer nesse período. Verificar se isso têm consequências para o modelo da Ariadne... Três chilenos são infectados duas vezes pela gripe suína O vírus da gripe suína infectou duas vezes o mesmo paciente, como comprovou o Centro Clínico da Universidade Católica do Chile, onde foram registrados três casos com estas características. Uma adolescente de 14 anos, uma mulher de 62 e um homem de 38 que já haviam contraído a doença novamente foram contaminados, de acordo com os especialistas Carlos Pérez, Marcela Flores e Jaime Labarca. Nos três episódios, os doentes receberam tratamento com antiviral, após o contágio pela primeira vez e se recuperaram por completo, mas posteriormente voltaram a contrair o vírus, o que foi comprovado com os exames de PCR (Reação em Cadeia pe...

Gripe suína, analogias e novas idéias...

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Isso poderia ser adaptado para o trabalho do Mairon onde os pulsos seriam radioterápicos? How to Halt Disease with Limited Vaccine Posted: 05 Jan 2010 09:10 PM PST A new vaccination strategy can eliminate a disease with limited amounts of vaccine. But get the timing wrong and the disease could spread even faster When you have a limited amount of vaccine, what's the best way to use it to halt the spread of disease? That's more than an academic question. A good vaccination strategy saves time, money and, of course, lives. One line of thought is that to wipe out a disease, as many individuals as possible ought to be vaccinated. This eliminates the disease by brute force. But today, Michael Khasin at Michigan State University in East Lansing and a couple of buddies suggest another strategy. They say that the timing of the vaccination is important too. In fact, it is possible to speed up the eradication of the disease with a series of periodic vaccination "bursts". So whe...

Meu comentário sobre as previsões do Rainha Vermelha para gripe suína

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Átila do blog Rainha Vermelha fez suas "previsões" para a gripe suína em 2010 . Coloquei o seguinte comentário no post: Ótimas previsões. Precisariamos agora considerar se a concentração populacional (na 25 de março e no metro, por exemplo) e os transportes aéreos, não conhecidos em 1918, poderiam compensar a questão da I Guerra e da falta de antibióticos. Afinal, se a causa de morte principal é pneumonia viral (e não pneumonia bacteriana), então antibióticos são inúteis. Além disso, a gripe de 1918 matou no mundo todo, enquanto que o conflito basicamente se deu na Europa. Assim, enquanto possibilidade teórica, imagino que uma onda de gripe suína mutante com letalidade de 1% não seja tão implausível assim. A questão seria: em um mundo hipertecnológico e interconectado como o nosso, qual seria o impacto social e econômico de uma gripe com letalidade de 1% ? Em especial, qual seria o impacto sobre o sistema de saúde brasileiro? Acho que isso seria um bom trabalho para estatísti...

Autópsias mostram que H1N1 lesiona o pulmão

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SÃO PAULO - Os resultados das primeiras autópsias de brasileiros que morreram por causa da gripe suína mostram um cenário de danos ao organismo que remonta às epidemias de influenza de 1918, 1954 e 1968: destruição dos alvéolos pulmonares, hemorragia alveolar, inflamação necrótica dos bronquíolos e sinais de falência múltipla dos órgãos. Os exames indicam também ter havido uma resposta exagerada do sistema imunológico contra o vírus, o que acabou por prejudicar os pulmões das vítimas. No trabalho inédito de análise dos tecidos de 21 pessoas mortas pelo H1N1, cientistas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) apontam ainda que os piores danos pulmonares ocorreram na única paciente grávida analisada, o que confirma a importância da priorização dada a essas pacientes durante a epidemia. O estudo foi publicado em outubro na revista científica "American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine" e é um dos primeiros a revelar o ...

Gripe suína favorece José Serra

OK, OK, cada blog com suas idiosincrasias. Enquanto todo mundo fala em COP-15 (que é Conferência das Partes 15 e não Copenhagen-15), Climagate etc (assuntos que provavelmente estarão esquecidos dentro de três meses) eu me adianto na agenda: o blog fala daquilo que será notícia daqui a seis meses. Até agora, nos EUA, tivemos 50 milhões de casos, 200 mil internações e 10 mil mortos (ver reportagem do NYT aqui ) . O Brasil tem mais da metade da população dos EUA, logo teremos após a segunda onda números similares. Eu não consigo acreditar que o nosso sistema de saúde consiga evitar um colapso. Além disso, o Ministério da Saúde está fazendo algumas apostas que podem não se concretizar: 1. A aposta de que a doença não se torne mais letal. 2. A aposta de que o vírus não sofra mutações suficientes para invalidar a atual vacina. 3. A aposta de que haverá vacinas em número suficiente na época certa (o que não ocorreu nos EUA). 4. A aposta de que a segunda onda chegará em meados do inverno (em v...