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Mostrando postagens com o rótulo science divulgation

Blogs e Canais Científicos e Pseudocientíficos

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A Rádio CBN entrevistou este humilde blogueiro sobre o Anel de Mídias Científicas lançado pelo Laboratório de Divulgação Científica e Cientometria do Departamento de Física da FFCLRP-USP. Uma das perguntas que eu não soube responder direito é sobre que critério utilizamos para resguardar a qualidade dos blogs/canais arrolados, ou talvez como distinguir entre um blog/canal científico e um não científico. Essa é uma questão cabeluda, dado que filósofos da ciência discutiram à exaustão a questão da demarcação da ciência durante o século vinte, sem chegar a qualquer consenso. O termo pseudociência não tem definição consensual na filosofia da ciência. Eu proporia três critérios que não resolvem todos os casos e são até problemáticos: 1) Uma teoria é pseudocientífica se ela não é aceita como científica pela comunidade científica: um exemplo seria a pseudoarqueologia ( Alienígenas do Passado ). OK, mas toda teoria nova de início e mesmo por muito tempo não é aceita como  científ...

2o Salão Nacional de Divulgação Científica aceitou a comunicação oral da Juliana Kinouchi

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METÁFORAS BIOLÓGICAS NO DISCURSO JORNALÍSTICO JULIANA MOTTA KINOUCHI (1) - COLÉGIO METODISTA ROBERTO MITSUO TAKATA - MESTRADO EM BIOLOGIA (USP) ANGÉLICA APARECIDA MANDRÁ - PSICOPEDAGOGA - UNIVERSIDADE CLARETIANAS DE BATATAIS OSAME KINOUCHI - DOUTORADO EM FÍSICA - PROF. LIVRE-DOCENTE USP (ORIENTADOR)

Meu primeiro paper na Revista Brasileira de Ensino de Física

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Scientific Metaphors in the journalistic discourse Osame Kinouchi , Angélica A. Mandrá (Submitted on 6 Jun 2010 ( v1 ), last revised 23 Jun 2010 (this version, v3)) Scientific education and divulgation not only amplify people's vocabulary and repertory of scientific concepts but, at the same time, promote the diffusion of certain conceptual and cognitive metaphors. Here we make some hypothesis about this process, proposing a classification in terms of visible, invisible, basic and derived metaphors. We focus our attention in contemporary and classical physics metaphors applied to psychological and socio-economical phenomena, and we study two exemplar cases through an exhaustive exam of the online content of large Brazilian journalistic portals. Finally, we present implications and suggestions from the cognitive metaphor theory for the scientific education and divulgation process. Comments: In portuguese, 20 pages, 2 figures, new version submitted to RBEF Subjects: History of Physic...

Reinaldo José Lopes assume a editoria de Ciência da Folha

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Concordo 100% com a avaliação do Cláudio Angelo (em vermelho) A ciência não sabe de nada E m junho de 2000, a equipe da revista Superinteressante assistia estarrecida à apresentação de seu novo diretor: um publicitário de 28 anos cujo lema ao assumir a maior revista de divulgação científica do país era "a ciência não sabe de nada". Na saída da reunião, telefonei para Marcelo Leite aceitando o convite, que ele fizera uns dias antes, para assumir uma vaga de repórter na editoria de Ciência da  Folha , que ele criara poucos meses antes. Perdi dinheiro e uma série de mordomias que tinha como editor na Abril. Mas eu não poderia trabalhar num lugar cujo princípio editorial fosse "a ciência não sabe de nada", e vim para a  Folha . Foi a mais importante -- e acertada -- decisão profissional da minha vida. Dez anos depois, deixo a Folha Ciência para mais uma vez assumir uma vaga de repórter. Em agosto, começo a trabalhar na sucursal de Brasília da  Folha . Mais uma vez, vou ...

Audio-livros de divulgação científica: uma nova idéia

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Alguém conhece algum áudio-livro de divulgação científica em português? Fica caro fazer um audiolivro? Como se faz, que equipamento é necessário? Áudio-livros são mais baratos que livros? Alguém toparia fazer um áudio-livro do Beijo de Juliana ? (depois de uma boa editoração, suponho).

Roberto Martins e a divulgação científica da História da Ciência

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Um interessante (chocante?) artigo de Roberto Martins na RBEF: Como Não Escrever Sobre História da Física - um Manifesto Historiográfico (...) quando uma pessoa começa a estudar a história da ciência (ou qualquer outro tema), ela não tem uma mente em branco, mas cheia de crenças provenientes daquilo que já leu ou ouviu falar. De um modo geral, um cientista atual gosta de pensar que ele próprio é muito superior aos “antigos", e por isso ele acredita com facilidade em quem lhe diz que os pensadores que foram ultrapassados eram tolos, não tinham bons argumentos, não sabiam fazer ciência, e suas idéias apenas foram aceitas porque recebiam o apoio de religiosos estúpidos. Como já se sabia desde a época dos romanos, “Você acredita facilmente naquilo que deseja fortemente" (Publius Terentius, citado por EDWARDS,  The new dictionary of thoughts, p. 120).  Assim, uma série de crenças, geralmente do tipo que alimenta o amor-próprio dos cientistas, vai se difundindo e passa a constituir...

Sim, o filme é totalmente furado, mas é ótimo gancho para a divulgação científica

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Estava revendo aqui meus posts-rascunhos nunca publicados, e encontrei isto de 2007. Concordo com Takata que tal tipo de filme nunca deveria ser financiado por agências de fomento (e quem disse que o cinema de entretenimento precisa disso?), mas dado que o limão já foi produzido, não custa nada fazer a limonada... Pois essa é toda a questão: a produção desses filmes não depende de nós. Seu uso como gancho para a divulgação científica, sim. IV Ciclo de Palestras e Filmes Científicos do DQ Exibição do filme: "O Núcleo - Missão ao centro da terra" Após a exibição, o Prof. Dr. Grégoire Jean-François Demets (Departamento de Química - FFCLRP - USP) fará comentários sobre o filme. Data: 19 de abril de 2007 ( quinta-feira ) - às 16h00 Local: Anfiteatro do Bloco das Exatas (sala 11 - DE) Sinopse: Hilary Swank lidera um elenco de astros, nesta eletrizante viagem que põe o espectador no centro da mais espetacular aventura. O geógrafo Dr. Josh Keyes (Aaron Eckhart) fez uma terrível desc...

Danica McKellar: caçando paraquedistas

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No Google Analytics, meu post sobre Danica McKellar é a mais visitado. Ponto para mim ou para o Gene Reporter ? Actress and published mathematician, Danica McKellar, has joined St. Jude Children's Research Hospital® in the fight against childhood cancer as the national spokesperson for the hospital's Math-A-Thon® fund-raising program. Math-A-Thon is a volunteer-based fundraising program for St. Jude. The program includes a free math curriculum supplement, provided by Scholastic, Inc., for grades K-8 that students complete after obtaining sponsorships from family and friends. Find out more at http://www.mathathon.org

Por que 21 de dezembro de 2012?

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A data 21 de dezembro de 1954 lhe diz alguma coisa? Bom, isso aconteceu há 55 anos atrás... When Prophecy Fails From Wikipedia, the free encyclopedia When Prophecy Fails Book cover, 1964 edition. Author Leon Festinger , Henry Riecken, Stanley Schachter Country United States Language English Subject(s) Psychology Genre(s) Non-fiction Publisher Harper-Torchbooks Publication date January 1, 1956 Media type Hardcover Pages 253 ISBN ISBN 0061311324 OCLC Number 217969 When Prophecy Fails is a 1956 classic book in social psychology by Leon Festinger , Henry Riecken, and Stanley Schachter about a UFO cult that believes the end of the world is at hand. Contents [ hide ] 1 Cognitive dissonance 2 Premise of study 3 Sequence of events 4 Conditions 5 See also 6 References 6.1 Notes 6.2 Sources 7 External links [ edit ] Cognitive dissonance Festinger's theory of cognitive dissonance can account for the psychological consequences of disconfirmed expectations. One of the first ...

Minhas previsões para 2012

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Continuando com o meu debate com o Gene Repórter, defendo agora uma relação mais tranquila (eu diria oportunista) com os milhões de sites dedicados a 2012 e filmes derivados tipo " 2012 '. Explicarei melhor a seguir. Se você analisar bem, esse tipo de clima apocalíptico, paranóico, conspiratório, é um grande fenômeno cultural de massa e que não vem de hoje. Provavelmente é um reflexo psicológico das ameaças ecológicas e econômicas que pairam sobre nosso modo de vida - os atentados de 2001 e a crise econômica de 2008 foram apocalípticos para muita gente. Imagino que seja parecido com o clima cultural pós I Guerra, na década de 20 de uma Alemanha hiperinflacionária (e deu no que deu...). Esse clima me lembra também os anos 1844-1848, com expectativas tanto revolucionárias como apocaliptico-religiosas. Talvez tudo se resuma ao fato de que a humanidade seja um grande meio excitável e que, de tempos em tempos, ondas de excitação político-religiosa contagiosa se propagam nesse meio,...

Mais música e ciência

A Sinfonia da Ciência Enviado por: "Joshua Falken" richterwinsock@gmail.com richter_winsock Sáb, 2 de Jan de 2010 11:10 p Ola Neste site - http://www.symphony ofscience. com - tem três music videos cuja musica foi criada mixando partes de shows de divulgação cientifica como "Cosmos", "o Universo de Stephen Hawking" e outros - e as musicas são otimas (pelo menos para mim)! As musicas são "A Glorious Dawn" (está no final da pagina), "We Are All Connected" e "Our Place in the Cosmos" Vale a pena conferir! E para quem preferir o Youtube, digite "melodysheep" e o nome da musica. Até mais, Joshua

Metáforas científicas (2)

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Encomendei este livro hoje na Amazon, para embasar melhor a discussão com Roberto Takata (encomendei também o Methaphors We Live By): Where Mathematics Comes From: How the Embodied Mind Brings Mathematics into Being Metaphors We Live By Amazon.com Review If Barbie thinks math class is tough, what could she possibly think about math as a class of metaphorical thought? Cognitive scientists George Lakoff and Rafael Nuñez explore that theme in great depth in Where Mathematics Comes From: How the Embodied Mind Brings Mathematics into Being . This book is not for the faint of heart or those with an aversion to heavy abstraction--Lakoff and Nuñez pull no punches in their analysis of mathematical thinking. Their basic premise, that all of mathematics is derived from the metaphors we use to maneuver in the world around us, is easy enough to grasp, but following the reasoning requires a willingness to approach complex mathematical and linguistic concepts--a combination that is sure to alienate a...