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Avalanches com memória?

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A estadia na casa do Ion rendeu. Além dos dois seminários, e de eu poder divulgar o concurso para Prof. Dr. em Física Estatística e Física Matemática que está aberto no DFM-FFCLRP-USP (nota: preciso avisar o Vitor Leite Barbanti!), pudemos conversar bastante sobre física. Minha cultura sobre a teoria de supercordas aumentou (um pouco!), minha admiração por Lee Smolin diminuiu (um pouco! - Ion disse simplesmente: mas que problema de física ou matemática Smolin resolveu mesmo? Não me lembro...), e agendamos uma contribuição para um livro de Mecânica Quântica baseado em pequenos textos e muitos problemas resolvidos. Não gostei muito do abstract deste paper, mas a idéia tem (talvez) a ver com que o discuti ontem com o Ion: agora que as avalanches neuronais estão bem estabelecidas, fica a questão de sua relação com o código neural (mas será que neurônios realmente tem um código? Ou tudo é um sistema dinâmico parcialmente isolado que iterage com o mundo (outro sistema dinâmico). Será que val...

Oscilações e ruído nos dendritos?

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Figura: ruído em soma (vermelho) e dendritos (azul). Preciso dar uma olhada nessas tais oscilações dendríticas. No modelo de Gollo et al., imagino que se houverem loops, seria possível a criação de ondas recorrentes auto-sustentadas, que seriam identificadas com oscilações periódicas. Seria isso? The role of ongoing dendritic oscillations in single-neuron dynamics Michiel Remme 1, Mate Lengyel 2, & Boris Gutkin 1 Correspondence: ( Login to view email address ) Group for Neural Theory, LNC, INSERM U960, Department of Cognitive Studies, Ecole Normale Superieure Computational and Biological Learning Lab, Department of Engineering, University of Cambridge, Cambridge, United Kingdom PDF (646.5 KB) Received 11 June 2009 15:59 UTC; Posted 12 June 2009 Abstract: The dendritic tree contributes significantly to the elementary computations a neuron performs while converting its synaptic inputs into action potential output. Traditionally, these computations have been characterized as tempora...

Poemas iterados e avalanches coevolucionárias

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Criei meu próprio poema e o submeti ao processo iterativo de tradução ida e volta. No inglês não foi promissor, mas no francês ficou interessante. Talvez o processo fique interessante em linguas afins (latinas, por exemplo) de modo que o tradutor acabe usando sinônimos de significado ambíguo e metáforas, "criando" assim novos significados. Veja o que você acha. Versão original (chamei o poema de "Cinco Sentidos"): Quando eu penso em você Lembro do seu perfume Seu perfume me traz lembranças Quando eu penso em você Quando eu penso em você Sinto a sua pele A sua pele me faz sentir Quando eu penso em você Quando eu penso em você Escuto o seu riso Seu riso me faz sorrir Quando eu penso em você Quando eu penso em você Gosto do seu sabor O seu sabor me faz gostar Quando eu penso em você Quando eu penso em você Vejo os seus olhos Os seus olhos me fazem ver Quando eu penso em você Agora a versão depois de quatro iterações português-francês-português (em vermelho as mudanças ...