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Predição II: Obama vai perder Aposto apenas duas cervejas

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O número de cervejas equivale às probabilidades Bayesianas do evento. Via Blog da Folha : Escrito por Claudia Antunes às 21h00: Primeiro, peço desculpas aos leitores do blog. A crise na Bolívia tomou toda a minha atenção nesta semana. Mas o fato é que o Obama não conseguiu se recuperar do impacto Palin, que enfeitiçou também a imprensa americana (ou porque não resiste a uma celebridade instântanea, o que também aconteceu no início com Obama, ou talvez porque esteja um pouco amedrontada pela ofensiva republicana de chamar de sexismo toda crítica à candidata republicana à Vice-Presidência). Num post logo na inauguração deste blog, eu disse que a grande aposta democrata nesta eleição era a de que teria se produzido uma mudança geracional, que permitiria ao país deixar para trás a grande era conservadora, que começou muitos anos antes de Bush 2. Pela quantidade de jovens, moças e rapazes, que tem aparecido nos comícios McCain/Palin, muita gente da geração que começa a votar agora quer o m...

O Presidente Negro

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Do site da Globo Livros : O Presidente Negro é único romance adulto de Monteiro Lobato. Embora ainda não tivesse pisado em terras norte-americanas quando escreveu esse livro, Lobato ambienta sua história futurista nas terras de Henry Ford. Em 1926 o autor publicou o romance com o título O Choque e, duas décadas depois, mudou o nome para O Presidente Negro. A obra aborda temas como a segregação entre brancos e negros, aculturação, feminismo e ainda profetiza o surgimento de uma rede pela qual as pessoas se comunicariam e trabalhariam à distância. Através das lentes do “porviroscópio”, aparelho capaz de prever o futuro, Lobato leva os leitores para 2228, ano em que o personagem Jim Roy concorre à presidência dos Estados Unidos. Título: O Presidente Negro Autor: Monteiro Lobato Editora: Globo Genero: Literatura Brasileira Romance Páginas: 208 Formato: 135 x 227 mm ISBN: 978-85-250-4468-6 Preço: R$ 28,00

O DNA do racismo

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25/10/2007 James Watson, o co-descobridor da molécula de DNA e ganhador do Nobel de 1953, pisou na bola. Em Londres para a divulgação de seu novo livro "Avoid Boring People" (evite pessoas chatas ou evite chatear as pessoas), ele deu declarações escandalosamente racistas. Acho que nem o Borat ou qualquer outro comediante querendo troçar do politicamente correto teria ido tão longe. Em entrevista ao jornal britânico "The Sunday Times", o laureado disse na semana passada que africanos são menos inteligentes do que ocidentais e que, por isso, era pessimista em relação ao futuro da África. "Todas as nossas políticas sociais são baseadas no fato de que a inteligência deles [dos negros] é igual à nossa, apesar de todos os testes dizerem que não", afirmou. Até aqui, com muito boa vontade para com Watson, poderíamos argumentar que o venerando pesquisador procura apenas exercer sua liberdade acadêmica, afinal, se há mesmo evidências a mostrar que negros são menos i...