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Desisto, não consigo ter a menor idéias sobre o que diz este abstract

R-Twisting and 4d/2d Correspondences Sergio Cecotti ,  Andrew Neitzke ,  Cumrun Vafa (Submitted on 17 Jun 2010 ( v1 ), last revised 30 Jun 2010 (this version, v2)) We show how aspects of the R-charge of N=2 CFTs in four dimensions are encoded in the q-deformed Kontsevich-Soibelman monodromy operator, built from their dyon spectra. In particular, the monodromy operator should have finite order if the R-charges are rational. We verify this for a number of examples including those arising from pairs of ADE singularities on a Calabi-Yau threefold (some of which are dual to 6d (2,0) ADE theories suitably fibered over the plane). In these cases we find that our monodromy maps to that of the Y-systems, studied by Zamolodchikov in the context of TBA. Moreover we find that the trace of the (fractional) q-deformed KS monodromy is given by the characters of 2d conformal field theories associated to the corresponding TBA (i.e. integrable deformations of the generalized parafermionic systems). The ...

Se você é tão inteligente, por que não é rico?

16/07/2010 - 19h13 Aluno de pós poderá acumular bolsa e atividade remunerada RICARDO MIOTO DE SÃO PAULO Alunos de pós-graduação do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) poderão agora acumular suas bolsas com outras atividades remuneradas. A "antiga reivindicação dos bolsistas", nas palavras dos CNPq, foi atendida nesta sexta-feira (16), quando uma portaria assinada pelos presidentes dos órgãos, Carlos Aragão, do CNPq, e Jorge Guimarães, da Capes, foi publicada no Diário Oficial da União As atividades, porém, terão de ser aprovadas pelos orientadores e informadas aos programas de pós-graduação. Devem estar "relacionadas à área" do estudante e ser "de interesse para sua formação", diz a portaria. O texto cita "especialmente [atividades de] docência nos ensinos de qualquer grau". Segundo Aragão, os orientadores evitarão que os alunos dediquem um núm...

2o Salão Nacional de Divulgação Científica aceitou a comunicação oral da Juliana Kinouchi

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METÁFORAS BIOLÓGICAS NO DISCURSO JORNALÍSTICO JULIANA MOTTA KINOUCHI (1) - COLÉGIO METODISTA ROBERTO MITSUO TAKATA - MESTRADO EM BIOLOGIA (USP) ANGÉLICA APARECIDA MANDRÁ - PSICOPEDAGOGA - UNIVERSIDADE CLARETIANAS DE BATATAIS OSAME KINOUCHI - DOUTORADO EM FÍSICA - PROF. LIVRE-DOCENTE USP (ORIENTADOR)

Referência para o experimento sobre o livre-arbítrio do tatu-bola

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A CONVERSATION WITH JEREMY NIVEN Insects as Model Animals Steve Forrest for The New York Times Dr. Jeremy Niven in his lab at the zoology department at Cambridge University. By  CLAUDIA DREIFUS Published: July 12, 2010 FACEBOOK TWITTER RECOMMEND SIGN IN TO E-MAIL PRINT REPRINTS SHARE Jeremy Niven spends his days at Cambridge University running locusts across ladders and through mazes, trying to figure out how bugs think. Dr. Niven, 34, studies the evolution of brains and neurons in insects and other animals, like humans. We spoke during a break in last month's World Science Festival in New York, where he was a guest presenter, and then again later via telephone. An edited version of the two conversations follows: RSS Feed  Get Science News From The New York Times » Q. YOUR RESEARCH SUBJECTS ARE LOCUSTS. SOME PEOPLE MIGHT SAY, “LOCUSTS, YUCK!” WHY STUDY THEM? A.  I think locusts are sweet. When you get used to them, they are actually quite nice. Actually, I find that working with in...

Por quem os sinos quânticos dobram?

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John Bell And The Nature Of Reality Posted:  13 Jul 2010 09:10 PM PDT Why have so few heard of one of the great heroes of modern physics? In 1935, Einstein and his colleagues Boris Podolsky and Nathan Rosen outlined an extraordinary paradox associated with the then emerging science of quantum mechanics. They pointed out that quantum mechanics allows two objects to be described by the same single wave function. In effect, these separate objects somehow share the same existence so that a measurement on one immediately influences the other, regardless of the distance between them. To Einstein, Podolsky and Rosen this clearly violated special relativity which prevents the transmission of signals at superluminal speed. Something had to give. Despite the seriousness of this situation, the EPR paradox, as it became known, was more or less ignored by physicists until relatively recently. Today, we call the relationship between objects that share the same existence entanglement. And it is the f...

Como o blogueiro de ciências deve tratar os trolls?

Este é um bom tema que poderia ser discutido no EWCLiPo...

Meu primeiro paper na Revista Brasileira de Ensino de Física

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Scientific Metaphors in the journalistic discourse Osame Kinouchi , Angélica A. Mandrá (Submitted on 6 Jun 2010 ( v1 ), last revised 23 Jun 2010 (this version, v3)) Scientific education and divulgation not only amplify people's vocabulary and repertory of scientific concepts but, at the same time, promote the diffusion of certain conceptual and cognitive metaphors. Here we make some hypothesis about this process, proposing a classification in terms of visible, invisible, basic and derived metaphors. We focus our attention in contemporary and classical physics metaphors applied to psychological and socio-economical phenomena, and we study two exemplar cases through an exhaustive exam of the online content of large Brazilian journalistic portals. Finally, we present implications and suggestions from the cognitive metaphor theory for the scientific education and divulgation process. Comments: In portuguese, 20 pages, 2 figures, new version submitted to RBEF Subjects: History of Physic...

C&T no Brasil

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Hoje tem Ciência e Tecnologia no Brasilianas.org Enviado por luisnassif, seg, 12/07/2010 - 11:18 A necessidade de uma política nacional para a Ciência e a Tecnologia capaz de ampliar o desenvolvimento de pesquisas e de inovação no país, em sintonia com os principais setores da indústria, está no centro do debate do Brasilianas.org desta segunda-feira (12) na  TV Brasil .  A partir do final da década de 1990, o Brasil passa a se consolidar como uma potência, principalmente nos setores da agricultura e do petróleo. Essa situação deve-se não apenas aos aquecimentos na economia e na produção, mas também aos investimentos diretos nas áreas do conhecimento. Esse movimento para a inovação ganha mais força e começam a surgir associações, a exemplo da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O objetivo é reunir pesquisadores de todo o país para pensarem os rumos da produção científica. A partir de 2000, a criação dos Fundos Setoriais, do Ministério da Ciência e Tecnologia, surge...

Miguel Nicolelis: “Sinto-me decepcionado”

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Miguel Nicolelis: “Sinto-me decepcionado” Publicação: 11 de Julho de 2010 às 00:00 imprimir comentar enviar por e-email reportar erros compartilhar tamanho do texto   A+   A- O cientista brasileiro, Miguel Nicolelis, de 49 anos, é considerado um dos maiores pesquisadores do planeta na área de neurociências e, por diversas vezes, lembrado para o Prêmio Nobel. Ele lidera pesquisas que podem, por exemplo, representar avanços históricos no tratamento do Mal de Parkinson e implantou em Natal um Instituto Internacional de Neurociências (IINN), que já captou investimentos superiores a R$ 100 milhões e que pretende ser a semente da futura “Cidade do Cérebro”, uma estrutura científica, cultural, econômica e social estimada em mais de R$ 1 bilhão. Não faltam, portanto, motivos para estímulo na carreira de Nicolelis. No entanto, ele revela uma decepção: desde a instalação do IINN, há sete anos, o Instituto nunca recebeu o apoio devido dos poderes públicos estadual e municipal, nem dos políticos p...

Como ser um cientista pobre e feliz

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21/06/2010 - 18h19 Jornalista desempregado ensina como ser feliz com pouco dinheiro no bolso ARIADNE ARAÚJO colaboração para a  Livraria da Folha Divulgação Mude seus hábitos se você tem grana curta, ensina livro O slogan bem que poderia ser aquele - "sou pobre, mas sou feliz". Para esse pessoal, o desemprego, a falência, a conta bancária zerada, o apartamento minúsculo, o paletó surrado, o furo na sola de sapato não são realmente problema. Bem ao contrário. Em "Rico sem dinheiro - a arte de desfrutar o melhor da vida" (Gente), o jornalista desempregado Alexandre Von Schönburg conta como contornar os problemas financeiros e descobrir outras formas de ser feliz. Faz-se necessário, claro, cortar gastos. Mas, a coisa vai mais longe. Hábitos como ir a restaurantes, tomar champanhe, comprar roupas de marca e o carro do ano são maus costumes dos quais os empobrecidos estão livres, diz o autor. Em lugar dos macabros restaurantes chiques, onde, às vezes, come-se mal e se pa...