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quarta-feira, julho 08, 2009

MS do Brasil minimiza gripe, MS do Uruguai e da Bélgica levam a sério


Temporão minimiza gripe suína e diz que gripe comum é problema mais sério


CAROLINA FARIAS

da Folha Online


O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, minimizou a situação da transmissão da gripe suína --gripe A (H1N1)-- no Brasil. "Tem muita gente que pensa 'é uma doença com nome diferente' e então pensa que é diferente. Ela tem um nome diferente porque é um novo vírus, mas o comportamento dessa doença, na vida real, nos mostra que agora é muito parecida com a gripe comum", disse Temporão, após vistoriar uma central de regulação do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), em São Paulo, no início da tarde desta segunda-feira.


"Em 2006 morreram no Brasil, de complicações causadas pela gripe comum, 70 mil pessoas. A gripe comum é um problema muito mais sério de saúde pública do ponto de vista de mortes do que essa nova gripe que começou agora. Mas, como é uma doença nova, tudo pode acontecer, nós estamos trabalhando com todos os cenários possíveis, mas a situação é de tranquilidade", disse o ministro.


08/07/2009 - 18h18


Uruguai registra sétima morte causada por gripe suína


colaboração para a Folha Online


O Ministério da Saúde do Uruguai confirmou nesta quarta-feira a sétima morte no país por conta da gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1). Trata-se de um homem de 53 anos do departamento de Florida, a aproximadamente 100 quilômetros da capital, Montevidéu.

Até o momento, as sete vítimas contabilizadas são pessoas de entre 53 e 60 anos que apresentavam outras complicações além da gripe.

O Centro de Tratamento Intensivo (CTI) de dois hospitais públicos de Montevidéu está lotado com pessoas suspeitas de ter a doença.

O Ministério da Saúde modificou nesta terça-feira o protocolo de assistência às pessoas com a doença. Elas receberão remédios diante do primeiro indício do vírus, e não após a confirmação de que foram infectadas pelo vírus da gripe suína.


07/07/2009 - 11h01


Gripe suína pode atingir um terço da população da Bélgica

colaboração para a Folha Online


A gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- pode infectar três milhões de cidadãos da Bélgica, quase um terço da população, nos próximos meses, segundo informa nesta terça-feira a imprensa do país.
A Câmara de Comércio do país --usando como base as previsões do responsável pelo comitê de gripe belga, Marc Van Ranst, esses números representariam um custo de 1,3 milhões de euros (R$ 3,5 milhões).
O custo que a enfermidade causaria às empresas corresponde às baixas de funcionários infectados por pelo menos uma semana, e excluem os casos graves que requerem uma hospitalização mais prolongada, segundo o diário econômico "L'Echo".
A organização empresarial da Bélgica lançará uma campanha informativa para aconselhar medidas preventivas aos funcionários, como não ir trabalhar se estiver com algum sintoma da gripe suína.
Mesmo assim, as autoridades federais belgas prepararam um plano de crise por causa da expansão da pandemia. Cada prefeitura, por exemplo, terá um centro de chamadas e um ponto de informação para atender a possíveis contágios, segundo o jornal "Gazet van Antwerpen".

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