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domingo, setembro 13, 2009

O que a religião e o ateísmo tem em comum?


Religious believers and strong atheists may both be less depressed than existentially-uncertain people

Sir,

Although controversial, it is often argued that religious belief is a cause of greater happiness.1 However, we have found in two separate studies that both theism and atheism are correlated with fewer reported depressive symptoms than the in-between state of ‘existential uncertainty’.

In our first study, on the effect of religious conviction on the Beck Depression Inventory (BDI), there was an unanticipated ‘inverted-U’ relationship, where the most and least religious groups had fewest depressive symptoms. In the second,we devised an 11-item existential conviction scale (ECS) as a measure of the degree of certainty with which an individual feels they understand the basis of human life [http://www.hedweb.com/bgcharlton/ecsq]. Fifty-two subjects (24 male, 28 female; age 18–76 years) completed the ECS and BDI. All 10 of those who rated as depressed (‘mild’ depression, BDI score 10+) were roughlyhalfway between atheist and theist. There was a significant negative relationship between ECS and the BDI (Spearman rank correlation –0.44, p<0.2).

There are several plausible explanations for such an association. Most obviously, strong beliefs may protect against depression, or conversely, low mood may diminish strong beliefs. Alternatively, depressive symptoms and existential uncertainty may both be a consequence of confounding by systemic illnesses, because immune activation tends to cause malaise symptoms such as fatigue (leading to depressed mood) and impaired concentration (perhaps leading to greater uncertainty of beliefs).2–4 This hypothesis is currently being tested.

J. Riley, S. Best and B.G. Charlton

School of Biology University of Newcastle upon Tyne Newcastle upon Tyne

References

1. French S, Joseph S. Religiosity and an association with happiness, purpose in life and self-actualization. Ment Health Relig Cult 1999; 2:118–20.

2. Hart BL. Biological basis of the behaviour of sick animals. Neurosci Biobehav Rev 1988; 12:123–37.[CrossRef][Web of Science][Medline]

3. Charlton BG. The malaise theory of depression: Major depressive disorder is sickness behavior and antidepressants are analgesic. Med Hypoth 2000; 54:126–30.[CrossRef][Web of Science][Medline]

4. Campbell GE, Goodchild N, Charlton BG. Depressive symptoms in injury and illness. Q J Med 2001; 94:720–1.

3 comentários:

Anônimo disse...

Certa vez eu ouvi um professor dizer que o ateu tem mais fé do que o religioso, pois nega um sentimento inerente ao ser humano e necessita de grandes reflexões pra justificar seus argumentos.

Osame Kinouchi disse...

Isso é verdade, é muito dificil ser ateu.
Especialmente um "ateu cristão" como eu...

Afinal, para os cristãos, o ateu é como um cara que nunca fez sexo (nuca teve uma experiencia mistica) e portanto, ainda pode se converter. Como dizem, não há ateismo que o chá do Santo Daime não cure...

Mas os apóstatas não tem salvação possível. Ser apóstata é pior que ser ateu...

Anônimo disse...

Eu confesso que nunca conseguiria ser ateu. A idéia de uma "força criadora" por trás de todas as coisas já está enraizada em mim.
Agora, isso não significa que eu negue a ciência. Ocorre justamente o oposto: valorizo-a mais ainda.

O grande problema que eu vejo na dicotomia religião/ciência é que muitas pessoas se apossam de assuntos transcendentais com uma concepção completamente equivocada e ignorante.
O próprio criacionismo, foco de tanta polêmica, devia ser tratado de forma simples: Deus não criou o mundo e as pessoas num passe de mágica, mas através de leis naturais que são explicadas pelos homens.