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quinta-feira, janeiro 29, 2009

Distribuição de tempos de vida de casamentos


Gostaria de saber... Será uma distribuição exponencial (similar ao decaimento de um estado ligado atômico)? Com que meia-vida? Ou tem uma cauda estendida? Se for exponencial, isso significa que o fator principal é o acaso e não qualquer esforço dos cônjuges? Cuidado para não usar a calculadora e criar uma profecia auto-realizadora...


A economista americana Betsey Stevenson desenvolveu uma 'calculadora do casamento' que poderia prever as chances de divórcio.

A ferramenta, disponível na internet , funciona com uma comparação de estatísticas dos divórcios realizados nos Estados Unidos com os dados fornecidos pelos usuários.

O "cálculo" resulta da análise de informações como idade, tempo de casamento, número de filhos e grau de escolaridade do usuário.

Essas informações são então comparadas com estatísticas do Censo americano sobre os divórcios realizados no país. Dessa forma, o usuário da calculadora recebe uma estimativa do percentual de pessoas com perfis similares que se divorciaram no passado e faz projeções sobre as chances de divórcio dentro de cinco anos.

"Com a calculadora do casamento, você pode descobrir como muitas pessoas com perfil parecido se divorciaram", explica Stevenson.

"Em resumo, o passado está sendo usado para determinar o futuro com essa calculadora", disse G.Cotter Cunninghma, diretor do site que hospeda a ferramenta .

Riscos

Segundo Stevenson, pesquisadora da Universidade da Pensilvânia e especialista em casamentos e divórcis, o risco de divórcio é menor para pessoas que possuem pelo menos grau superior de escolaridade e se casam mais velhas.

Ela afirma que, entre as pessoas que se casaram nos últimos anos, a taxa de divórcio é menor entre aquelas que se casaram depois dos 30 anos. Ela explica ainda que, quanto mais cedo se casa, maiores são as chances de divórcio.

"Apesar de ser difícil identificar o que está causando essa relação, a partir dessas informações eu aconselharia meus amigos a casarem quando estiverem mais velhos", disse a economista.

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