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segunda-feira, setembro 22, 2008

Odores, bulbo olfatório, amigdala, emoções, sonhos e pesadelos


Mais uma peça do quebra-cabeça.


Aromas que você inala enquanto dorme têm o poder de influenciar seus sonhos, diz um estudo apresentado na reunião anual da Academia Americana de Otorrinolaringologia em Chicago, nos Estados Unidos.


Os resultados preliminares sugerem que, ao borrifar essências de flores no travesseiro, você aumenta suas chances de ter bons sonhos.


Liderados pelo professor Boris Stuck, pesquisadores do Hospital da Universidade de Mannheim, na Alemanha, fizeram experimentos usando odores bons, como o perfume de rosas, e ruins, como o cheiro de ovos podres, expondo voluntários a eles durante o sono.


Eles esperaram até que os participantes entrassem na fase REM do sono, estágio em que ocorrem os sonhos mais vívidos, e borrifaram altas doses das fragrâncias no ar durante dez segundos.


Um minuto mais tarde, os voluntários foram acordados e convidados a relatar suas impressões.

 

Sem lembranças

Os participantes raramente se lembravam de haver sentido qualquer cheiro.


Mas os especialistas concluíram que, quando o odor desagradável foi usado, o tipo de emoção vivenciada durante o sonho era predominantemente negativo.


Sob o estímulo do odor agradável, quase todos os sonhos relatados tinham conotações positivas.


Os pesquisadores anunciaram que pretendem agora fazer estudos com pessoas que sofrem com pesadelos constantes.


Segundo eles, informações sobre o funcionamento do olfato durante o sono foram disponibilizadas apenas muito recentemente e o presente estudo seria o primeiro a documentar o impacto do olfato sobre os sonhos.


Dreams, endocannabinoids and itinerant dynamics in neural networks: re elaborating Crick-Mitchison unlearning hypothesis

In this work we reevaluate and elaborate Crick-Mitchison's proposal that REM-sleep corresponds to a self-organized process for unlearning attractors in neural networks. This reformulation is made at the face of recent findings concerning the intense activation of the amygdalar complex during REM-sleep, the role of endocannabinoids in synaptic weakening and neural network models with itinerant associative dynamics. We distinguish between a neurological REM-sleep function and a related evolutionary/behavioral dreaming function. At the neurological level, we propose that REM-sleep regulates excessive plasticity and weakens over stable brain activation patterns, specially in the amygdala, hippocampus and motor systems. At the behavioral level, we propose that dream narrative evolved as exploratory behavior made in a virtual environment promoting ``emotional (un)learning'', that is, habituation of emotional responses, anxiety and fear. We make several experimental predictions at variance with those of Memory Consolidation Hipothesis. We also predict that the ``replay'' of cells ensembles is done at an increasing faster pace along REM-sleep.

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