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terça-feira, abril 28, 2009

Porcos e antropofagia


Enviado por João Carlos, do Chi Vó Non Pó.


Uma coisa curiosa: de todos os animais comestíveis, parece que apenas o porco tem um sabor similar ao dos seres humanos. Seria isso a origem dos tabus alimentares sobre o porco? Evitar a antropofagia?


E o genoma do porco? Já sequenciaram? Qual a porcentagem de superposição com o genoma humano?


E que tal a seguinte idéia para uma ética da culinária: os seres humanos deveriam progressivamente ir abandonando o consumo de animais ranqueados segundo uma lista de overlap genômico, ou seja, quem é mais parecido conosco geneticamente nós deixamos para comer por último... uma espécie de tabu do incesto culinário.


A vantagem óbvia desse critério é que ele é objetivo e traz um benefício genérico para a humanidade: quanto mais afastado geneticamente um animal, mais dificil ele nos transmitir ou servir de reservatório para mixing viral de alguma doença pandêmica.


Investigator Sally Shelton sends this observation that appeared on a paleontologists discussion listserv:

I’m often amazed that people on this list seem unaware of some of the classic literature…  Culinary phylogenetics was addressed in an issue of AIR way back in 1998.  You can find a pdf here.

The discussant refers to Joe Staton’s study “Tastes Like Chicken,” published in volume 4, number 4 of the Annals of Improbable Research, and which begins with the statement

The field of culinary evolution faces one great dilemma: why do most cooked, exotic meats taste like cooked Gallus gallus, the domestic chicken?

A chart from the study is reproduced below.

Um comentário:

Léo disse...

Interessante! Pergunta: Como sabem o sabor da carne humana? Estaria este experimento de acordo com os princípios da declaraçao de Helsinki? And the standard good clinical practice? Eticamente aprovados?