Ocorreu um erro neste gadget

segunda-feira, maio 31, 2010

Segundo vulcão maior e mais potente pode entrar em erupção na Islândia








PUBLICIDADE




Após o caos aéreo na Europa, causado pela erupção do vulcão Eyjafjallojkull, que causou transtornos e prejuízos a companhias aéreas e passageiros em todo o mundo, um vulcão ainda maior e mais potente ameaça entrar em atividade na Islândia, o Katla, informam especialistas britânicos. Em abril, durante o caos aéreo, especialistas afirmaram que já houve outros casos em que o Katla entrou em erupção após o Eyjafjallojkull, entrar em atividade.


"Uma erupção a curto prazo do vulcão Katla, maior e mais potente que a do Eyjafjallojkull, é uma grande possibilidade", afirma os especialistas do Instituto para a Redução de Riscos e do Número de Catástrofes, ligado ao University College London (UCL).












Binod Joshi/AP
Turistas franceses retidos no Nepal após nuvem ce cinzas vulcânicas; prejuízos são de R$ 2,9 bi
Turistas retidos no Nepal após nuvem de cinzas vulcânicas; prejuízos são de R$ 2,9 bilhões

"É muito provável que as erupções na Islândia, moderadas ou importantes, combinadas com condições meteorológicas apropriadas, provoquem uma repetição das perturbações recentes do transporte aéreo", destaca o relatório.


Outro documento, publicado pelo Instituto de Física de Londres, afirma que cientistas descobriram que as nuvens de cinzas vulcânicas que sobrevoaram recentemente na Escócia geravam uma carga elétrica que pode ter danificado os aviões.


Katla


Em abril, durante o auge da erupção do Eyjafjallojkul, vulcanologistas islandeses chegaram a afirmar que uma erupção embaixo do glaciar Eyjafjallojkull poderia levar o vulcão Katla a entrar em atividade.


O Katla tem uma camada muito mais grossa de gelo na sua superfície e foi o magma tocando o gelo no Eyjafjallajokull que provocou a grossa nuvem de fumaça e pó que parou o tráfego aéreo europeu por seis dias. Ele entrou em erupção pela última vez em 1918.


Na época cientistas manifestaram preocupação dizendo que as explosões de lava poderiam ter reflexo no vulcão vizinho, causando uma erupção no Monte Katla, um vulcão "extremamente poderoso" localizado debaixo de uma geleira próxima.


"O Eyjafjallajokull dificilmente faz um movimento sem o Monte Katla querer entrar em ação", disse Pall Einarsson, um geofísico na Universidade da Islândia. "É, portanto, de extrema importância observar os eventos com cuidado".


Uma erupção no Monte Katla poderia derreter grandes quantidades de gelo e causar enormes inundações, potencialmente afetando uma cidade próxima de 300 pessoas, afirmou Einarsson. Três erupções anteriores do Eyjafjallajokull causaram erupções no Katla.

Astrobiologia na Terra



Posted: 14 Apr 2010 09:10 PM PDT

Scientist find life in a lake of asphalt that is the closest thing on Earth to the hydrocarbon seas on Titan.

Pitch Lake is a poisonous, foul smelling, hell hole on the Caribbean island of Trinidad and Tobago. The lake is filled with hot asphalt and bubbling with noxious hydrocarbon gases and carbon dioxide. Water is scarce here and certainly below the levels normally thought of as a threshold for life.

These alien conditions have made Pitch Lake a place of more than passing interest to astrobiologists. Various scientists have suggested that it is the closest thing on Earth to the kind of hydrocarbon lakes that we can see on Saturn's moon Titan. Naturally, these scientists would very much like to answer the question of what kind of life these places can support.

Today, Dirk Schulze-Makuch from Washington State University and a few buddies provide an answer. Pitch lake, they say, is teaming with microbial life. They say that, on average, each gram of goo in the lake contains some 10^7 living cells.

These bugs are unlike anything we normally see on Earth. Analysis of gene sequences from these creatures show that they are single celled organisms such as archea and bacteria. They thrive in an oxygen-free environment with very little water, eating hydrocarbons and respiring with metals.

This may be the first time life has cropped up in hydrocarbon lakes on Earth's surface but these kinds of creepy crawlies have previously reared their heads in hydrocarbon samples from subsea oil wells. Which is another reason they are of interest. Just how microbial organisms can degrade and process of oil reservoirs is poorly understood. A better understanding could lead to a number of advances in techniques for things like microbial remediation.

But the most exciting implication of this discovery is for the possibility of life on Titan. There is a growing sense that Titan may have all the ingredients for life: thermodynamic disequilibrium, abundant carbon-containing molecules and a fluid environment.

And there is also evidence that liquid water may not be as important as everybody has assumed. Schulze-Makuch and co point to recent evidence that some microorganisms can make there own water by chewing on various hydrocarbons. However it is not yet clear how much water the bugs in Pitch Lake require. Although there is very little water here, it's just possible that the organisms are confined to regions where the water content is higher, as happens with ice-bound colonies in frozen lakes and glaciers. More work needs to be done on this.

Nevertheless, this is an exciting discovery and further study of the extraordinary residents of Pitch Lake will throw new light on all these questions. As Schulze-Makuch and co put it: "Our research is a starting point on investigating what life's principle constraints are in a hydrocarbon matrix and whether the hydrocarbon lakes on Titan could possibly contain life."
Ref: arxiv.org/abs/1004.2047: Microbial Life in a Liquid Asphalt Desert

Pá de cal no Empirismo?


Determining dynamical equations is hard



Authors: Toby S. Cubitt, Jens Eisert, Michael M. Wolf

(Submitted on 30 Apr 2010)

Abstract: The behaviour of any physical system is governed by its underlying dynamical equations--the differential equations describing how the system evolves with time--and much of physics is ultimately concerned with discovering these dynamical equations and understanding their consequences. At the end of the day, any such dynamical law is identified by making measurements at different times, and computing the dynamical equation consistent with the acquired data. In this work, we show that, remarkably, this process is a provably computationally intractable problem (technically, it is NP-hard). That is, even for a moderately complex system, no matter how accurately we have specified the data, discovering its dynamical equations can take an infeasibly long time (unless P=NP). As such, we find a complexity-theoretic solution to both the quantum and the classical embedding problems; the classical version is a long-standing open problem, dating from 1937, which we finally lay to rest.


Comments: For mathematical details, see arXiv:0908.2128[math-ph].


Subjects: Quantum Physics (quant-ph)
Cite as: arXiv:1005.0005v1 [quant-ph]

arXiv.org



arXiv.org

I wrote a paper late last night.

I'm not sure it's completely right.

I'd like to push the button soon.

By 1 o'clock this afternoon.


My LaTeX file is good to go

I think...but is it really so?

I haven't read through all I wrote.

But if I wait I'll miss the boat.


I can't keep checking all day long.

And who cares if it might be wrong?

I'll hardly feel that brief disgrace.

Tomorrow I'll just push "replace".


Now I'm on the uploads page.

Should I proceed, or disengange?

I guess I better wait a bit...

It's too late! I have pushed "submit"!

John Preskill
May 30, 2002




The arXiv, hosted at arXiv.org by the Cornell University Library, stores over a half million e-prints in Physics, Mathematics, Nonlinear Sciences, Computer Science, Quantitative Biology, Quantitative Finance, and Statistics.


This arXiv app is an iPhone app that lets you browse new e-prints by archive and subject category, as well as search for e-prints by title, author, abstract text, arXiv ID, or all fields. Once you locate an e-print, you can view its abstract and metadata or scroll through the PDF file. The arXiv app uses the arXiv.org API and RSS feed.


Greg Landweber is in no way affiliated with arXiv.org or the Cornell University Library, except for the over 20 e-prints he has submitted to the arXiv.


Download the arXiv app from the iTunes App Store.

sábado, maio 29, 2010

Pressão por pesquisa aplicada estrangula a ciência, diz Nobel

Entrevista completa aqui.

PUBLICIDADE

O biólogo Martin Chalfie, Prêmio Nobel de Química de 2008, chegou ontem a Águas de Lindoia (SP) trazendo um alerta: a pressão para que toda pesquisa ganhe alguma utilidade está minando o financiamento à produção de conhecimento puro, matéria-prima da ciência.

Marisa Cauduro/Folha Imagem
O biólogo Martin Chalfie
O biólogo Martin Chalfie

Atraído à reunião da Sociedade Brasileira de Química, em parte, por gostar de música brasileira e ser fã de Jorge Amado, Chalfie criticou a política científica dos EUA para exemplificar sua posição.

Mal sabia que a comunidade científica do Brasil discute agora o mesmo problema.

Nos EUA, nenhuma coleção científica acabou incendiada por falta de abrigo adequado, como aconteceu com as cobras do Instituto Butantan, em São Paulo. A esperança de que a atenção à ciência básica ganhasse mais destaque após o fim da era Bush, porém, ainda não se traduziu, diz o cientista.

Chalfie ganhou o Nobel, em conjunto com Osamu Shimamura e Roger Tsien, por descobrir como usar a GFP, uma proteína luminescente de águas-vivas, para marcar a ativação de genes.
Em entrevista à Folha, ele explica por que não imaginava de cara que sua técnica ganharia tantas aplicações, mas se entusiasmou com o trabalho mesmo assim.

Folha - Qual é o assunto da sua palestra aqui?

Martin Chalfie - O título da palestra é "GFP iluminando a vida". O subtítulo, que não contei a ninguém ainda, é "Aventuras em ciência não-translacional". Essa é uma expressão que inventei, então vou explicar.

Há uma pressão muito grande para justificar a pesquisa científica com supostas implicações imediatas que ela pode trazer. Pessoas têm defendido que deveria haver muito mais pesquisas que apliquem informação diretamente ao combate a doenças. Em outras palavras: "traduzir" ["translate", em inglês] o que foi feito no laboratório para a clínica.

O problema é que a maioria das pessoas que eu vejo defenderem isso querem que absolutamente tudo seja translacional. Agora, se você não tem informação básica para traduzir, não sobra nada para fazer.

Minha apresentação é, em parte, um apelo para que não esqueçamos o fato de que, para quase tudo o que sabemos sobre medicina, há uma sustentação de ciência básica que é muito importante.

A política científica americana está esquecendo a ciência básica, então.

Acho que há alguns erros. Quando as pessoas pressionam pela pesquisa translacional, às vezes elas assumem que nós já aprendemos o suficiente. Para mim e para a maioria dos meus colegas, porém, isso é uma falácia.

Quero mostrar como uma coisa maravilhosa [a GFP] foi encontrada acidentalmente por alguém pesquisando questões básicas sobre águas-vivas, e como ela teve implicações e se tornou útil para estudar doenças e para desenvolver biotecnologia.

Além disso, muitas pessoas pressupõem que pesquisadores de ciência básica não pensam nas implicações do que fazem. Isso é falso.

Acho irônico que nos EUA haja esse apelo por pesquisa translacional, e pelo que vejo, quando treinamos pessoas nas faculdades de medicina, a quantidade que eles aprendem do básico está encolhendo. Ao mesmo tempo, querem que a ciência básica seja aplicada ao combate a doenças. É uma contradição.

Quando o pacote de estímulos do governo Obama foi lançado nos EUA, os NIH [Institutos Nacionais de Saúde] receberam um bocado de dinheiro. A primeira coisa que fizeram com parte desse dinheiro foi abrir uma disputa pelas chamadas "Challenge Grants" [bolsas desafio]. Essas bolsas eram maravilhosas e cobriam cem diferentes tópicos. O problema é que, das cem áreas que eles escolheram, apenas duas não eram translacionais.

Eu não sou contra pesquisa aplicada, mas não acho que ela deva suplantar a ciência básica numa escala de 92 contra 2.

Uma coisa inusitada sobre seu trabalho que lhe rendeu o Nobel é que ele não é sua linha de pesquisa principal.

É estranho receber o reconhecimento por algo que era uma parte relativamente pequena da minha carreira. De vez em quando ainda faço algo sobre GFP, mas é mesmo um trilho secundário. No nosso laboratório, estávamos tentando descobrir quais células estão ativando os genes nos quais estávamos interessados e, quando ouvi falar da GFP, me dei conta que elas poderiam ser uma maneira maravilhosa de fazer esses experimentos.

A maneira como a maioria dos cientistas trabalha é a seguinte: eu tenho uma ideia e vou atrás dela. Mas, se no meio dos experimentos, algo diferente aparece, eu vou seguir aquela pista.
Quando recebemos verbas, o que temos não é um contrato, é uma bolsa.

Em um contrato, prometemos fazer A, B, C, e temos de fazer. Minha visão sobre como bolsas devem ser é dizer: "neste momento, acredito que a resposta para essa questão seja fazer A, B e C".

Mas se eu fizer A, e descobrir depois disso que é mais importante fazer D e E em vez de B e C, o financiamento precisa lhe conceder a liberdade de seguir suas ideias.

Se eu tivesse a ideia de usar a GFP como marcador e tivesse de ter escrito um contrato para obter uma verba, eu teria levado nove meses, reclamariam que eu não tinha dados preliminares e não saberia se iria funcionar.

Mas nós nunca tivemos de escrever um pedido de verba para obter o financiamento que usamos para produzir a GFP. Ela era parte da verba geral dos NIH que eu tinha para meu laboratório, e eles ficaram muito felizes de eu ter feito esse trabalho.

(...)

O sr. vai falar para uma audiência com muitos cientistas jovens aqui. Que conselhos vai dar a eles?

Um dos problemas em se receber o prêmio Nobel é que as pessoas pedem conselhos a você. E eu realmente não sei que conselhos dar. Minha tendência é reagir de maneira oposta. Se há alguma lição para extrair de tudo isso é que essas lições não existem. Eu tenho entusiasmo e interesse pelo que faço e me considero sortudo por isso.

Mas eu não acho que exista um caminho claro para se fazer boa ciência. Não dá para dizer a alguém "vá para essa universidade e não para aquela que você será um bom cientista". Às vezes eu escuto as pessoas dizerem sobre algumas habilidades "se você não começar seu treinamento aos cinco anos de idade, não vai conseguir competir". Isso não faz o menor sentido.

Não acho que as pessoas tenham de ter nenhuma atitude em particular, exceto o profundo interesse pelo que fazem. Se você olhar para nós três que ganhamos o Nobel pela GFP, vai ver isso.

Osamu Shimomura é uma dessas pessoas que sempre seguem em frente para fazer o experimento em que estão interessadas. Ele trabalha muito duro. Suspeito que tenha sempre sido um estudante brilhante. E ele é um cientista mais do tipo operário: não vai muito a congressos e se concentra mais naquilo em que está interessado.

Roger Tsien era alguém que ia todo ano a competições científicas quando estava no ensino médio. Ganhou uma delas, a Westinghouse Science Competition. Sempre foi visto como um um cientista talentoso, brilhante e competente desde o início.

Quanto a mim, tomei um caminho diferente dos deles dois. Eu certamente não era estúpido, mas não era o aluno mais brilhante da faculdade. Eu trabalhava duro naquilo em que estava empenhado, mas havia outras pessoas que certamente tinham mais talento e habilidade do que eu e se saíam melhor nas lições.

Acho que isso mostra que não existe um caminho que seja necessariamente o certo para se fazer boa ciência. E prever se o seu trabalho terá reconhecimento e vai ganhar prêmios, então, é impossível. Acredito que meu diferencial seja mesmo o meu entusiasmo para fazer pesquisa.

Natalie Portman: enviado pelo blog Chi Vó Non Pó

sexta-feira, maio 28, 2010

Gripe suína mata em Ribeirão Preto?

Adolescente de 16 anos morre com suspeita de gripe suína

Ele foi atendido na UBDS Sumarezinho e Santa Casa; secretaria diz que morte foi causada por hemorragia pulmonar interna

Da reportagem

Tamanho da LetraA-A+

Um adolescente de 16 anos morreu nesta terça-feira (25) à noite, em Ribeirão Preto, com suspeita de gripe suína - a H1N1. O adolescente é morador do bairro Jardim Paiva e morreu em casa.

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria da Saúde, o menino foi atendido na UBDS Sumarezinho, na última segunda-feira, e também na Santa Casa, nesta terça-feira. Em ambos hospitais, ele foi liberado.

Ainda de acordo com a assessoria, o adolescente morreu vítima de hemorragia pulmonar interna. Quatro tipo de doenças serão investigadas: dengue, H1N1, hantavirose e leptospirose.

O exame de dengue será feito pela USP de Ribeirão e deve sair em, no máximo, dois dias. Já o exame para identificar uma das outras três doenças será feito pelo instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, sem previsão para divulgação do resultado.

quinta-feira, maio 27, 2010

Índice de Hirsch para redes complexas




Hirsch index as a network centrality measure

We study the h Hirsch index as a local node centrality measure for complex networks in general. The h index is compared with the Degree centrality (a local measure), the Betweenness and Eigenvector centralities (two non-local measures) in the case of a biological network (Yeast interaction protein-protein network) and a linguistic network (Moby Thesaurus II) as test environments. In both networks, the Hirsch index has poor correlation with Betweenness centrality but correlates well with Eigenvector centrality, specially for the more important nodes that are relevant for ranking purposes, say in Search Machine Optimization. In the thesaurus network, the h index seems even to outperform the Eigenvector centrality measure as evaluated by simple linguistic criteria.
Comments:7 pages, 4 figures
Subjects:Physics and Society (physics.soc-ph); Disordered Systems and Neural Networks (cond-mat.dis-nn); Quantitative Methods (q-bio.QM)
Cite as:arXiv:1005.4803v1 [physics.soc-ph]

PS: Estudamos a rede de proteinas desse fungo. Engraçado que o processo de colonização do Saccharomyces cerevisiae produz um padrão espacial com muitas regiões vazias, de todos os tamanhos (fractal?). Será que existe um modelo para isso? Tal tipo de processo era o que eu precisaria para implementar no meu modelo que tenta resolver o Paradoxo de Fermi, ver aqui.


Atividade sísmica e UFOs

Existe uma certa correlação temporal entre o fenômeno El Ninõ e número de UFOs reportados. Isso sugere que boa parte dos UFOs corresponde a um fenômeno natural. Por outro lado, existe uma correlação entre atividade sísmica e o El Ninõ. Finalmente, existe correlação espacial entre UFOs e sítios com falhas geológicas. Seria possível que fortes campos eletromagnéticos emitidos por rupturas sísmicas induzissem alucinações em formato de bolas e discos luminosos, conforme o artigo abaixo?

Magnetically-Induced Hallucinations Explain Ball Lighting Say Physicists

Posted: 10 May 2010 09:10 PM PDT

Powerful magnetic fields can induce hallucinations in the lab, so why not in the real world too?

Transcranial magnetic stimulation (TMS) is an extraordinary technique pioneered by neuroscientists to explore the workings of the brain. The idea is to place a human in a rapidly changing magnetic field that is powerful enough to induce currents in neurons in the brain. Then sit back and see what happens.

Since TMS was invented in the 1980s, it has become a powerful way of investigating how the brain works. Because the fields can be tightly focused, it is possible to generate currents in very specific areas of the brain to see what they do.

Focus the field in the visual cortex, for example, and the induced eddys cause the subject to 'see' lights that appear as discs and lines. Move the the field within the cortex and the subject sees the lights move too.

All that much is repeatable in the lab using giant superconducting magnets capable of creating fields of as much as 0.5 Tesla inside the brain.

But if this happens in the lab, then why not in the real world too, say Joseph Peer and Alexander Kendl at the University of Innsbruck in Austria. They calculate that the rapidly changing fields associated with repeated lightning strikes are powerful enough to cause a similar phenomenon in humans within 200 metres.

To be sure, this is a rare event. The strike has to be of a particular type in which there are multiple return strokes at the same point over a period of a few seconds, a phenomenon that occurs in about 1-5 per cent of strikes, say Peer and Kendl.

And the observer has to be capable of properly experiencing the phenomenon; in other words uninjured. "As a conservative estimate, roughly 1% of (otherwise unharmed) close lightning experiencers are likely to perceive transcranially induced above-threshold cortical stimuli," say Peer and Kendl. They add that these observers need not be outside but could be otherwise safely inside buildings or even sitting in aircraft.

So what would this kind of lightning-induced transcranial stimulation look like to anybody unlucky enough to experience it? Peer and Kendl say it may well look like the type of hallucinations induced by lab-based tests, in other words luminous lines and balls that appear to float in space in front of the subject's eyes.

It turns out, of course, that there are numerous reports of these types of observations during thunder storms. "An observer reporting this experience is likely to classify the event under the preconcepted term of "ball lightning"," say Kendl and Peer.

That's an interesting idea: that a large class of well-reported phenomenon may be the result of hallucinations induced by transcranial magnetic stimulation.

A difficult idea to test, to be sure, but no less interesting for it. And it raises an important question: in what other circumstances are ambient fields large enough to trigger hallucinations of one kind or another?

Ref: arxiv.org/abs/1005.1153: Transcranial Stimulability Of Phosphenes By Long Lightning Electromagnetic Pulses

Arqueologia Interestelar


Daqui a dez anos, a Astrobiologia será uma área quente. Comece já o seu mestrado nisso se desejar entrar nessa área no futuro.




Authors: Richard A. Carrigan Jr (Fermi National Accelerator Laboratory)


(Submitted on 29 Jan 2010)


Abstract: Searching for signatures of cosmic-scale archaeological artifacts such as Dyson spheres or Kardashev civilizations is an interesting alternative to conventional SETI. Uncovering such an artifact does not require the intentional transmission of a signal on the part of the original civilization. This type of search is called interstellar archaeology or sometimes cosmic archaeology. The detection of intelligence elsewhere in the Universe with interstellar archaeology or SETI would have broad implications for science. For example, the constraints of the anthropic principle would have to be loosened if a different type of intelligence was discovered elsewhere. A variety of interstellar archaeology signatures are discussed including non-natural planetary atmospheric constituents, stellar doping with isotopes of nuclear wastes, Dyson spheres, as well as signatures of stellar and galactic-scale engineering. The concept of a Fermi bubble due to interstellar migration is introduced in the discussion of galactic signatures. These potential interstellar archaeological signatures are classified using the Kardashev scale. A modified Drake equation is used to evaluate the relative challenges of finding various sources. With few exceptions interstellar archaeological signatures are clouded and beyond current technological capabilities. However SETI for so-called cultural transmissions and planetary atmosphere signatures are within reach.


Comments: 29 pages including 4 figures and 1 table
Subjects: Galaxy Astrophysics (astro-ph.GA); Earth and Planetary Astrophysics (astro-ph.EP)
Report number: FERMILAB-PUB-09-607-AD
Cite as: arXiv:1001.5455v1 [astro-ph.GA]